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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Almoço na Ericeira

As duas princesas deliciando-se com este mar fantástico da Ericeira e como o mar estava ondulado havia um cheirinho a mar no ar muito agradável.

O nosso objectivo era ir comer um peixe fresco na Ericeira e fomos ao Restaurante da Tia Matilde que se vê lá ao fundo com toldos um belo restaurante onde fomos muito bem servidos.
 Como entrada uns camarões aqui da Ericeira.
 As Princesas quando à sardinhas não falham são umas "papa sardinhas".
Para mim foi um linguado que estava ultra fresco, uma maravilha destes mares.
 Salada para acompanhar, é indispensável.
 E para acabar nada melhor que um doce.
 Apanhar um pouco de ar puro com cheiro a mar para ajudar a digestão.
Monumento com azulejos com o Brasão e que diz o seguinte:
 Vila da Ericeira 
1875
A Ericeira foi a 4ª Alfandega do Reino a seguir a Lisboa, Porto e Setúbal.
Os barcos de comércio da Ericeira denominados de "Rascas" mediam 20 metros de comprimento, tinham três mastros e quatro velas e rumavam até ao Brasil onde existia uma colónia de gentes da Ericeira.

Ericeira, Agosto 2015 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Ericeira

Ericeira é uma vila turística situada a 50 km a noroeste do centro de Lisboa, a 18 km de Sintra e a 8 km de Mafra.
Vila muito antiga, presumivelmente local de passagem e instalação dos Fenícios.
Reza a lenda que o nome Ericeira significa, na origem, "terra de ouriços", devido aos numerosos ouriços do mar que abundavam nas suas praias. No entanto, investigações mais recentes apontam o ouriço-cacheiro e não o do mar como inspirador do nome. Com a descoberta de um exemplar do antigo brasão da Vila, hoje no Arquivo-Museu da Misericórdia, confirmou-se que o animal ali desenhado é, de facto, um ouriço-cacheiro.


 Com a Idalisa à beira deste mar fantástico a perder de vista.
Ermida de São Sebastião do século XVII, na altura situada fora da vila.
Tem origens na Idade Média e foi num pedido feito pelos habitantes da Terrugem ao Patriarca de Lisboa, para que pudessem ter uma "pequena ermida, com pia baptismal e capelão", evitando, desta maneira, terem de se deslocar à igreja de Santa Maria de Sintra, que ficava longe e os transportes eram muito escassos e difíceis de arranjar na altura.
Crê-se que a totalidade do templo que chegou até aos nossos dias foi integralmente construído (ou, quanto muito, construído) na viragem para o século XVI.
 Interior da Ermida completamente forrada a azulejos.

Ericeira, Agosto 2015
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