quinta-feira, 3 de março de 2016

Capela dos Ossos - Évora

 A Igreja de São Francisco em Évora é uma igreja de arquitectura gótico-manuelina. Construída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Martim Lourenço e Pero de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes, está intimamente ligada aos acontecimentos históricos que marcaram o período de expansão marítima de Portugal. Isso fica patente nos símbolos da monumental nave de Abóbada ogival: a cruz da Ordem de Cristo e os emblemas dos Reis fundadores, D. João II e D. Manuel I.
Segundo a tradição, nesta igreja foi sepultado Gil Vicente, em 1536.
 Uma peça escultórica representando São João Baptista baptizando Jesus Cristo nas águas do rio Jordão.
Esta obra de arte sacra pode ser admirada à entrada da Igreja de São Francisco. 
 Nossa Senhora das Dores.
 Passagem lateral na Igreja de São Francisco que dá acesso à Capela dos Ossos
 Virgem com o Menino.
 Inscrição no cimo do pórtico de entrada para a capela dos ossos: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos."
 A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal. Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII por iniciativa de três monges que, dentro do espírito da altura (contra-reforma religiosa, de acordo com as normativas do Concílio de Trento), pretendeu transmitir a mensagem da transitoriedade da vida, tal como se depreende do célebre aviso à entrada: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos". A capela, construída no local do primitivo dormitório fradesco é formada por 3 naves de 18,70 m de comprimento e 11m de largura, entrando a luz por três pequenas frestas do lado esquerdo. 
As suas paredes e os oito pilares estão "decorados" com ossos e caveiras ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte. É um monumento de uma arquitectura penitencial de arcarias ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foi calculado à volta de 5000, provenientes dos cemitérios, situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que impressiona pela expressividade com que representa o sofrimento de Cristo, na sua caminhada com a cruz até ao calvário.
Texto Wikipédia

 É impressionante estas paredes completamente forradas com ossos.

Imagem do Senhor dos Passos.
Évora, Agosto 2012

terça-feira, 1 de março de 2016

Templo de Diana e Sé de Évora

 O Templo Romano de Évora também chamado de Templo de Diana, é um templo de estilo coríntio, construído no início do século I, d.C. 
É o que resta do fórum da cidade de Évora e era dedicado ao culto imperial, contrariamente ao que nos chega pela tradição popular, que o identificou como sendo dedicado à Diana, deusa romana da caça. 
O templo, construído em mármore e granito, é rodeado por colunas coríntias colocadas sobre um pódio que se encontra quase completo. As colunas da fachada desapareceram completamente, restando as seis da retaguarda e algumas das laterais. 
Sofreu várias alterações ao longo dos séculos, que começaram no século V com as invasões bárbaras e continuaram pelo século XIV quando servia de casa-forte ao castelo da cidade. 
Na segunda metade do século XIX, foram demolidos os edifícios anexos e realizou-se uma grande operação de restauro, repondo o traçado primitivo do templo. 
Já no século XX, novas campanhas de escavações permitiram encontrar vestígios de um pórtico e do espelho de água que o rodeavam.
Texto: Wikipédia


 Évora tem uma boa doçaria e nós aproveitamos para provar estas magnificas delicias. 

 A Sé de Évora é uma construção românico-gótica dos séculos XII-XIII. É um grandioso e imponente templo de três naves com claustro ogival do século XIV. A entrada principal está decorada com esculturas representando os apóstolos. O interior data do século XVII e XVIII. Aqui está instalado o Museu de Arte Sacra.


Évora, Agosto 2012

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Andarilhando por Évora

 Andarilhando pelas belas e desertas ruas de Évora, devido ao calor que se fazia a maior parte das pessoas estavam recolhidas, hora da sesta.







 O almoço foi uma bela posta de bacalhau no forno com pimentos, estava uma delicia e foi devidamente acompanhado co um excelente vinho tinto alentejano.


 Pormenor à entrada do edifício do RMS do Quartel Central em Évora.
Os meus dois "recrutas" o Francisco e a Nádia.
Évora, Agosto 2012

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Évora e seus monumentos


 Parte do Aqueduto de Évora na Rua de Avis / Largo Luís de Camões.
Arco Romano de D. Isabel
 Dos inícios do séc. III, é um elemento típico da cerca romana que corresponderia a uma das entradas na cidade, um amplo vão de volta perfeita, dentro de todos os cânones de construção da época. (Monumento Nacional)
 Campanários que se podem ver na cidade de Évora.

 Escudo em mármore que identifica e é o emblema da Universidade de Évora.
 Entrada da Universidade de Évora.
 Uma janela decorativa num jardim.
 O Palácio dos Duques de Cadaval é um edifício de grande simbolismo, estando inserido na parte interior da muralha de Évora. Aqui terão vivido temporariamente monarcas, como D. João II, D. João IV e D. João V. 
Torreão do palácio dos Duques de Cadaval.
 Duas belas janelas do estilo manuelino.
 A Igreja da Graça ou Convento de Nossa Senhora da Graça, é um importante monumento religiosa renascentista da cidade de Évora, situando-se no Largo da Graça. Este mosteiro, dos frades eremitas calçados de Santo Agostinho, foi fundado em 1511, tendo sido projectado pelo arquitecto da Casa Real Miguel de Arruda.
 Évora é uma das raras cidades portuguesa que conservou quase intactas as antigas muralhas. Estas foram integrando, a partir da época romana, as sucessivas linhas fortificadas erguidas por visigodos, mouros e portugueses medievais para proteger o burgo. A partir do séc. XVI parte do traçado foi remodelado e adaptado ao uso da artilharia. A circular exterior permite percorrer, de carro ou a pé, todo o perímetro ainda hoje amuralhado. Diversas portas dão acesso ao centro intra-muros.



Évora, Agosto 2012

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Aguarelas de António Mapão

 Exposição de aguarelas de António Mapão no Café das Artes na Casa da Cultura em Setúbal de 07 de Fevereiro a 03 de Março.
 Um cafézinho sabe sempre bem e neste espaço de arte e cultura ainda sabe melhor.

 Aguarela com o edifício do Arco da Ribeira Velha no centro da cidade de Setúbal, edifício onde morei durante muitos anos no 4º andar, morei lá durante toda a minha meninice e juventude.
Estou muito bem acompanhado ao pé desta bela peça escultórica em bronze, de João Duarte, intitulada “Dolce Vita”, retrata um corpo feminino com formas generosas, pode ser apreciada no Largo da Misericórdia no centro histórico de Setúbal.
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