quarta-feira, 9 de março de 2016

Vila de Evoramonte

Evoramonte ao fundo Porta do Sol
A sua localização, numa oportuna elevação em ampla planície, propiciou, desde cedo, o estabelecimento de um ponto estratégico e fortificado que, segundo a tradição, terá sido de fundação árabe. Conquistada por D. Afonso Henriques em 1166, recebeu foral de D. Afonso III em 1248 e será já em 1306 que D. Dinis manda fortificar a vila, com a construção do castelo e do circuito de muralhas que seguiam a configuração do cabeço de Evoramonte. Deste sistema defensivo, tipicamente gótico, conservam-se boa parte dos panos de muralha e as cinco portas.


Rua com o seu casario antigo no interior das muralhas de Evoramonte.
Brasão datado de 1787 na parede exterior de um palacete.



 A Igreja Matriz de Santa Maria de Evoramonte, também referida como Igreja de Nossa Senhora da Conceição, localiza-se junto à Porta do Freixo, na zona intramuros da vila de Evoramonte.

 Aspecto do interior da Igreja com o seu Altar.
Tivemos que almoçar pelo caminho pois nesta vila não havia restaurantes e fomos parar num restaurante todo ele decorado com motivos tauromáquicos os touros são um dos ex-líbris desta região.

Evoramonte, 2013

segunda-feira, 7 de março de 2016

Castelo de Evoramonte

 A caminho de Evoramonte parámos numa estação de serviço muito interessante e a Nádia fez-se fotografar ao pé deste guerreiro, uma bela escultura em mármore.
 O meu Fiat que nunca me deixou ficar mal e belas viagens que fiz com ele.
 Francisco ainda de muletas a recuperar de uma intervenção cirúrgica ao joelho.
 Uma pequena ermida na estrada com o castelo de Evoramonte por trás.
 O castelo medieval de Evoramonte
À época da Reconquista cristã da península Ibérica, a povoação foi conquistada aos mouros pelas forças portuguesas comandadas pelo lendário Geraldo Sem Pavor, por volta de 1160, ocasião em que o castelo terá tido início.
As suas defesas foram recuperadas por determinação de D. Afonso III (1248-1279), soberano que lhe outorgou o primeiro foral (1248), renovado em 1271. Estas tentativas de povoamento, entretanto, não parecem ter sido bem sucedidas, uma vez que seu sucessor, D. Dinis (1279-1325), ordenou a fortificação da vila (1306), dele nos tendo chegado a cerca e as portas.
Com a ascensão de D. João, Mestre de Avis ao trono, o Castelo de Evoramonte e seus domínios passaram para a posse do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, vindo posteriormente a integrar os domínios da Casa de Bragança.
No início da Idade Moderna, Manuel I de Portugal (1495-1521) concedeu Foral Novo à vila (1516), iniciando-lhe nova etapa construtiva. Ficando a torre de menagem do antigo castelo destruída pelo terramoto de 1531, no ano seguinte, sob a direcção do alcaide-mor, D.Teodósio de Bragança, é reedificado na forma de um Paço de inspiração renascentista italiana, com risco atribuído aos arquitectos Diogoe Francisco de Arruda.
Do século XIX aos nossos dias
A povoação e seu castelo perderam importância estratégica ao longo dos séculos. Aqui foi assinada a Convenção de Évora Monte (26 de Maio de 1834) encerrando as Guerras Liberais. Finalmente, a 24 de Outubro de 1855 o seu concelho foi definitivamente extinto, e o seu antigo termo repartido pelos concelhos vizinhos de Estremoz, Évora, Arraiolos e Redondo.
O castelo e a cerca da vila foram considerados como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. Os trabalhos de consolidação e restauro iniciaram-se ao final da década de 1930 prosseguindo na de 1940. Novas campanhas de intervenções sucederam-se de 1971 a 1987, conferindo ao monumento o seu actual aspecto.
Textos: Wikipédia

 Um belo pormenor do castelo.
 Idalisa no interior do castelo.


 Francisco descansando um pouco à janela do castelo que tem uma vista fabulosa.

 Idalisa e Nádia na cobertura superior do castelo, com uma vista magnifica sobre estas belas terras alentejanas.
Evoramonte, 2013

sexta-feira, 4 de março de 2016

Navio: Blue Master II

 Navio Blue Master II que atracou no Finger do TMS: Terminal Multipurpose de Sines com contentores e uma carga nada normal, veiculos pesados.
 Navio: Blue Master II 
Flag: Marshall Is 
Type: General Cargo 
IMO: 9465411 
MMSI: 538090451 



 Tenho a facilidade de fotografar estes navios pois trabalho neste Terminal de Sines.
Sines, 27.01.2014

quinta-feira, 3 de março de 2016

Capela dos Ossos - Évora

 A Igreja de São Francisco em Évora é uma igreja de arquitectura gótico-manuelina. Construída entre 1480 e 1510 pelos mestres de pedraria Martim Lourenço e Pero de Trilho e decorada pelos pintores régios Francisco Henriques, Jorge Afonso e Garcia Fernandes, está intimamente ligada aos acontecimentos históricos que marcaram o período de expansão marítima de Portugal. Isso fica patente nos símbolos da monumental nave de Abóbada ogival: a cruz da Ordem de Cristo e os emblemas dos Reis fundadores, D. João II e D. Manuel I.
Segundo a tradição, nesta igreja foi sepultado Gil Vicente, em 1536.
 Uma peça escultórica representando São João Baptista baptizando Jesus Cristo nas águas do rio Jordão.
Esta obra de arte sacra pode ser admirada à entrada da Igreja de São Francisco. 
 Nossa Senhora das Dores.
 Passagem lateral na Igreja de São Francisco que dá acesso à Capela dos Ossos
 Virgem com o Menino.
 Inscrição no cimo do pórtico de entrada para a capela dos ossos: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos."
 A Capela dos Ossos é um dos mais conhecidos monumentos de Évora, em Portugal. Está situada na Igreja de São Francisco. Foi construída no século XVII por iniciativa de três monges que, dentro do espírito da altura (contra-reforma religiosa, de acordo com as normativas do Concílio de Trento), pretendeu transmitir a mensagem da transitoriedade da vida, tal como se depreende do célebre aviso à entrada: "Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos". A capela, construída no local do primitivo dormitório fradesco é formada por 3 naves de 18,70 m de comprimento e 11m de largura, entrando a luz por três pequenas frestas do lado esquerdo. 
As suas paredes e os oito pilares estão "decorados" com ossos e caveiras ligados por cimento pardo. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte. É um monumento de uma arquitectura penitencial de arcarias ornamentadas com filas de caveiras, cornijas e naves brancas. Foi calculado à volta de 5000, provenientes dos cemitérios, situados em igrejas e conventos da cidade. A capela era dedicada ao Senhor dos Passos, imagem conhecida na cidade como Senhor Jesus da Casa dos Ossos, que impressiona pela expressividade com que representa o sofrimento de Cristo, na sua caminhada com a cruz até ao calvário.
Texto Wikipédia

 É impressionante estas paredes completamente forradas com ossos.

Imagem do Senhor dos Passos.
Évora, Agosto 2012

terça-feira, 1 de março de 2016

Templo de Diana e Sé de Évora

 O Templo Romano de Évora também chamado de Templo de Diana, é um templo de estilo coríntio, construído no início do século I, d.C. 
É o que resta do fórum da cidade de Évora e era dedicado ao culto imperial, contrariamente ao que nos chega pela tradição popular, que o identificou como sendo dedicado à Diana, deusa romana da caça. 
O templo, construído em mármore e granito, é rodeado por colunas coríntias colocadas sobre um pódio que se encontra quase completo. As colunas da fachada desapareceram completamente, restando as seis da retaguarda e algumas das laterais. 
Sofreu várias alterações ao longo dos séculos, que começaram no século V com as invasões bárbaras e continuaram pelo século XIV quando servia de casa-forte ao castelo da cidade. 
Na segunda metade do século XIX, foram demolidos os edifícios anexos e realizou-se uma grande operação de restauro, repondo o traçado primitivo do templo. 
Já no século XX, novas campanhas de escavações permitiram encontrar vestígios de um pórtico e do espelho de água que o rodeavam.
Texto: Wikipédia


 Évora tem uma boa doçaria e nós aproveitamos para provar estas magnificas delicias. 

 A Sé de Évora é uma construção românico-gótica dos séculos XII-XIII. É um grandioso e imponente templo de três naves com claustro ogival do século XIV. A entrada principal está decorada com esculturas representando os apóstolos. O interior data do século XVII e XVIII. Aqui está instalado o Museu de Arte Sacra.


Évora, Agosto 2012
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